Esse foi um pequeno
resumo do que aconteceu desde os escândalos sobre a espionagem americana. Todo mundo tem falado bastante sobre o assunto e há várias opiniões
sobre o case. Decidi também dar o
meu pitaco.
Sabemos que os EUA
sempre querem estar à frente de todo e qualquer assunto relacionado a todo e
qualquer tema em toda e qualquer parte do mundo. Confesso, inclusive, que o
escândalo sobre a espionagem nem me surpreendeu tanto. A surpresa veio com a
justificativa: Descobrir e evitar focos de terrorismo. Vamos falar um pouco de
Brasil: O mundo inteiro sabe que o Brasil não tem o menor interesse em
participar de guerras mundiais, a mensagem que passamos lá fora (por incrível
que pareça) é de um país pacífico. As únicas guerras que ocorrem são aqui
dentro mesmo. Portanto, não vejo muito sentido no interesse americano em
descobrir “terrorismo” aqui, ainda mais investigando empresas brasileiras e a
própria presidente (eu hein?).
É claro que foi um
tanto quanto desagradável saber que o governo americano andou espionando cada
passo que demos. Já é horrível sermos obrigados a engolir programas na linha
Big Brother, imagina descobrir que fizemos parte de um?
Outra coisa que me
chamou a atenção nessa história toda foi o discurso que
Dilminha fez numa assembleia da ONU esta semana, dizendo, entre outras coisas,
que a espionagem “representa uma violação dos direitos humanos e um desrespeito às soberanias nacionais”. Tá bom, foi feio o que o Obama fez vai...
Completamente deselegante. Ok, mas Dilminha também não foi muito feliz em seu
discurso. Foi até agressiva, eu diria. Inclusive, ela não falou apenas da espionagem,
citou também os protestos que aconteceram no Brasil há alguns meses atrás.
Disse que “o governo ouviu e compreendeu as vozes das ruas (estamos vendo!) e
que todos nós viemos das ruas”. Na minha humilde opinião, ela quis mostrar o
quanto é preocupada conosco (sério?), lutando por nossos direitos como uma mãe
que luta por seus filhos (lindo!), falando para o Sr. President e para o mundo a
opinião do povo brasileiro com relação à espionagem (será?). Me pareceu que
ela mostrou neste discurso o quanto ficou incomodada, porém, por motivos muito
mais “pessoais”.






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