A legalização da
mais conhecida “maconha” no Brasil tem sido um grande impasse há anos. Para os
que são a favor da legalização, os motivos que sustentam essa tese são as
propriedades medicinais da erva, a diminuição do narcotráfico brasileiro, entre
outros. Já para os que não concordam com a legalização, alegam que os maus que ela
proporciona são irreparáveis.
Em países como os
Estados Unidos, por exemplo, o consumo da droga também é proibido, porém a lei
muda de estado para estado. Na Califórnia o uso é legal desde que seja
comprovado como propriedade medicinal. Este ato gera US$ 100 milhões por ano para o estado. Só tem um probleminha: é muito fácil conseguir uma receita “alegando” que você
precisa de tratamento por meio da maconha. Até via skype dá para conseguir um
diagnóstico permitindo o uso “medicinal” da Cannabis, tornando o controle deste
ato praticamente impossível.
Até que ponto o uso
da erva deixa de ser medicinal e passa a ser prejudicial à saúde é difícil de
estipular. Em culturas indígenas a erva é comumente usada com propriedade curativa há muitas gerações. Agora trazer este hábito para os nossos dias é bem
complicado, até porque a burocracia torna tudo um pouquinho mais difícil. O
fato é que muitas questões precisam ser discutidas, de modo que o governo
decida se os pontos “positivos” são ou não maiores do que os “negativos” para
que a legalização seja feita.

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