Todo mundo conhece
aquela pessoa que não gosta de tatuagem. Aquela pessoa que ao ver alguém
tatuado diz “que horror, só pode ser bandido”. Por outro lado, conhecemos
também aquela pessoa que adora tatuagens e que além de ter várias, sempre
arruma espaço no “corpitcho” pra fazer mais uma.
Eu sou suspeita pra
falar, afinal, sou uma adepta da arte do “rabisco” e não sei ao certo como ou
quando esta paixão começou. Existem algumas lendas urbanas contando que
tatuagens eram marcas feitas apenas em cadeias e se você tivesse uma, seria
automaticamente ligado à imagem de um marginal. É claro que hoje em dia este
mito foi desmistificado, até porque muitas pessoas tem tatuagens e não são
bandidas, ao ponto que tantos marginais não possuem sequer uma “marquinha”.
Certa vez, na
faculdade, uma professora abriu um parêntese da aula (que não me lembro qual
era) para falar um pouco sobre o tema. Disse que, como recrutadora, não via
problema algum no indivíduo ter tatuagens, porém, algumas empresas tem seus
próprios regimes de contratação e podem “encrencar” um pouquinho. Para
finalizar, deu um conselho: “Pessoal, se vocês gostam de tatuagens, procurem
fazê-las em partes do corpo que consigam esconder no futuro”.
Bom, mas se por
algum acaso você queira fazer uma tatuagem na testa, é livre pra isso, desde
que esteja ciente de que haverão consequências. Não vivemos mais no “modelo de
vida social” que vivíamos há vários anos atrás, e cada faz de seu corpo o
que bem entende (ás vezes, se me permitem, de forma um tantinho exagerada).
Mas hein, já sabemos
(espero que sim) que tatuagens (ou falta delas) não definem caráter.
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Muito massa seu blog Flavia alias gostei dos post muito bem bolado ha me visite mais vezes tbm espero seus comentarios em um dos meus blogs seja bem vinda
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grato
junior